Tradições do uso da aliança de casamento

Aliança de casamento de ouro e brilhante

Muitas pessoas não sabem como a alinça de casamento se tornou símbolo da cerimônia, e porque ela é usada no quarto dedo da mão esquerda. Aqui está a história e tradição ligadas a aliança de noivado e casameto.

Acredita-se que os faraós do Egito foram os primeiros a utilizar a alinça em forma de círculo, que simbolizava uma união sem começa nem fim, e como um símbolo da eternidade, mas usar uma aliança como promessa pública de honrar o contrato de casamento só se tornou habitual na época romana.  As primeiras alianças foram feitas de ferro simples, mas as de ouro com pedras preciosas passaram fazer parte da moda na época medieval. As gemas mais populares eram simbólicas – um rubi vermelho era a cor do coração, uma safira azul reflete o céu – mas a jóia mais cobiçada e poderosa era o diamante indestrutível.

A palavra “diamante” é derivada dos adamas palavra grega que significa “o invencível”. Como substância mais dura da Mãe Natureza, diamantes representam força invencível, uma pedra preciosa adequada para a aliança matrimonial. Mas a força real dessas pedras brilhantes – que antigos gregos acreditavam eram delicadas farpas de estrelas caídas – veio dos poderes e de proteção que ofereciam a quem o usasse. Na Índia, onde os diamantes foram descobertos, acreditava-se que eles eram um escudo contra as forças combinadas do mal (que na época incluía serpentes, veneno, e roubo). Os antigos astrólogos acreditavam que os diamantes promoviam o amor duradouro e repelia bruxaria e pesadelos. Associado a tudo, desde inocência ao poder sexual abrangente de proteção, você pode ver por que o diamante tornaram-se o melhor presente de casamento e noivado.

A troca de alinças entyre os casais foram introduzidos pela Igreja Ortodoxa Grega em 1300. O costume não pegou nos Estados Unidos até o início da Segunda Guerra Mundial, quando os jovens foram obrigados a deixar seus amados para trás, sem saber quando e se voltariam. Muitos casais se casaram em antecipação a separação, e as alianças de casamento – uma para cada parceiro – foram consideradas essenciais para o esforço de guerra, como um consolo aos soldados solitários e como um lembrete para as noivas que seu soldado distante estava pensando nelas. No auge da guerra, em 85% dos casamentos usava-se alianças para o noivo e a noiva. E, claro, as alinças seguem atuais até hoje.





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